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Um passo adiante

Aeee! Parabéns para nós todos!

Agora é oficial. O projeto Canta Cantos está de casa nova. O novo endereço é www.cantacantos.com.br e algumas novidades já estão para entrar no ar. Mais uma vez a gente deixa a caxanguinha .zip.net (que nos sempre nos acolheu muito bem por sinal) em busca de novas aventuras.

Tudo bem que a última não deu muito certo, mas pelo menos aprendemos com os nossos erros. A história agora é outra e as condições também. Oxi, oxi, oxi. Felicidade é mato!

[]s e não deixem de nos visitar! :D

 
 

Amazônia, Genômica ambiental, Ecossistema

Folha Online - Ciência e Saúde (11/02/2009 - 08h13)

Biólogos farão pescaria de genes em rios amazônicos

CLAUDIO ANGELO

"A partir do mês que vem, cientistas do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) devem partir de Manaus para uma série de expedições com o objetivo nada modesto de sequenciar o genoma da Amazônia. Ou quase isso: eles querem descobrir o que torna algumas criaturas aquáticas da floresta tão especiais, e como seu DNA pode ajudar a indústria, a agricultura e a medicina.

O projeto, batizado Adapta (Centro e Estudo de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia) é um dos centros amazônicos que receberam verba do programa federal de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia. Ele terá R$ 7 milhões em três anos para fazer o primeiro esforço sistemático de genômica ambiental da Amazônia.

Genômica ambiental é o sequenciamento dos genes de diversos organismos que habitam um mesmo ecossistema --um rio, um trecho de solo ou uma floresta. Nesse tipo de estudo, o que interessa é saber quais genes são ligados ou desligados pelas criaturas para responder a um mesmo desafio imposto pelo ambiente."

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Amazônia, Aquecimento global, Chuvas

Folha Online - Ambiente (11/02/2009 - 08h46)

Floresta amazônica poderá sobreviver ao aquecimento global, diz estudo

"A floresta amazônica pode ser menos vulnerável ao aquecimento global do que se temia, porque muitas das projeções subestimam o volume de chuvas, de acordo com um estudo de cientistas do Reino Unido.

O grupo de pesquisadores afirma que Brasil e outros países na região precisam agir para evitar um ressecamento irreversível no leste da Amazônia --área mais ameaçada pela mudança do clima, pelo desmatamento e pelas queimadas.

'O regime de chuvas no leste amazônico deve mudar no século 21 num rumo que favoreça florestas sazonais em relação ao cerrado', escreveu o grupo em artigo na revista PNAS."

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Amazônia, Seca, Desmatamento

O Globo - Ciência (10/02/2009 - 10h28)

Estudo questiona 'savanização' da Amazônia

BBC

"Um novo estudo realizado por um grupo de cientistas na Grã-Bretanha sugere que a Floresta Amazônica pode ser menos vulnerável a uma seca grave em consequência do aquecimento global do que se pensava anteriormente.

Porém os cientistas advertem que a rápida degradação da floresta tropical em função das mudanças climáticas provocadas pela ação humana permanece uma 'possibilidade distinta' neste século. (...)

Este novo estudo adverte que apesar de as florestas sazonais serem bem mais resistentes a uma seca ocasional, elas também serão mais vulneráveis a incêndios, se o desmatamento e o uso generalizado de fogo não forem controlados."

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Amazônia, Chuvas, Modelos climáticos

O Globo - Ciência (10/02/2009 - 01h05)

Amazônia secará, mas sobreviverá a aquecimento, diz estudo

Reuters

"A Amazônia pode estar menos vulnerável ao aquecimento global do que se temia, porque a maioria das projeções subestima o volume das chuvas, segundo um novo estudo divulgado na segunda-feira por cientistas da Grã-Bretanha.

De acordo com eles, o Brasil e outros países da região têm de se empenhar para evitar um ressecamento irreversível do leste da Amazônia, a região mais ameaçada pela mudança climática, o desmatamento e as queimadas. (...)

O novo estudo diz que quase todos os 19 modelos climáticos globais subestimam as chuvas na maior floresta tropical do mundo -conclusão obtida com base nas comparações dos modelos com as observações do clima ao longo do século 20."

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Indústria, Pesca, Sustentabilidade

Folha Online (10/02/2009 - 09h08)

Indústria pesqueira viola padrão ambiental da ONU

EDUARDO GERAQUE

"Quatro dos cinco países que mais capturam peixes em áreas costeiras no mundo --China, Peru, Japão e Chile-- receberam nota abaixo de 5,0 num estudo que avaliou o grau de adesão da pesca mundial a práticas pesqueiras sustentáveis.

O levantamento, que analisou os 53 países que mais pescam no mundo (e respondem por 96% do que é retirado dos oceanos), concluiu que todos têm gestão pesqueira reprovável. (...)

O ranking foi feito com base na adequação dos países ao Código de Conduta para a Pesca Responsável das Nações Unidas, e aponta que a pior prática de pesca do mundo é a da Coréia do Norte (nota 0,9), país de indústria pesqueira pequena.

'Em termos gerais, as notas foram dadas com base nas práticas de conservação dos recursos, fiscalização das atividades pesqueiras e na gestão socioeconômica das atividades de pesca', escreveram os autores do estudo em um artigo complementar na revista Nature."

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Bois do Norte

Entre 27 de janeiro e 1o de fevereiro deste ano, Belém do Pará sediou o Fórum Social Mundial 2009. O encontro foi um espaço aberto para debates, reflexões e formulação de propostas por um mundo melhor. Mas e Belém? Ah... Belém é mais.


(Arraial do Pavulagem, por Bruno Peck)

2002 - Belém dos Bumbás

Os vestígios mais antigos de Boi-bumbá em Belém são ainda do século XIX, com o Boi Caiado se apresentando na cidade no ano de 1850. Hoje a brincadeira é organizada por imigrantes maranhenses que estão em Belém há mais de vinte anos.

Organizada pelo radialista e pesquisador Toni Soares, esta coletânea traz nada menos que 20 grupos de boi de Belém, Icoaracy e Ananindeua. Um trabalho de pesquisa e registro desenvolvido em sete anos de programa Baque Solto da rádio Cultura FM da capital paraense. Nela percebe-se a variedade e a insistência de um festejo que teima em sobreviver num mundo que só tem sabido acelerar. Os fóruns vêm e vão. Mas Belém, seu povo e seus bois continuam.

Baixe o disco (duplo) clicando aqui e aqui.

 
 

Neutralização, Créditos, Carbono

Folha Online - Ambiente (05/02/2009 - 13h29)

Dúvidas éticas: moda neutralização do carbono funciona?

CYRUS AFSHAR

"Compensar a emissão de gases nocivos com o plantio de árvores ajuda, mas o carbon free também pode ser mal aplicado. 'Muitos usam o emblema da neutralização para poluir mais, e há países que adotam o plantio em vez de buscar reduzir as emissões. É mais barato', critica Carlos Sanquetta, professor de engenharia florestal da UFPR.

Ele diz que a compensação deve complementar o esforço de redução de emissões. 'O certo é deixar de poluir.' Sanquetta ressalva que práticas de entidades com respaldo internacional são positivas.

Já João Wagner, gerente da divisão de questões globais da Cetesb, é mais cético. 'Não dá para acreditar que a queima de combustíveis fósseis capturados há milhares de anos vai ser compensada plantando árvore. Quantas eras serão necessárias para compensar essas emissões?', questiona. Ele diz que não há garantia de que a árvore viverá o bastante para fazer o efeito necessário."

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Fóssil, Serpente, Clima

O Globo - Ciência (04/02/2009 - 17h37)

Descoberto fóssil de cobra de 13 metros e uma tonelada

"Pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, anunciaram hoje a descoberta da maior serpente de todos os tempos. O animal, batizado de Titanoboa cerrejonensis, viveu na Colômbia há 60 milhões de anos e chegava a 13 metros de comprimento, pesando mais de uma tonelada. O trabalho será publicado na edição desta quinta-feira da revista Nature.

Embora seja uma parente das jiboias modernas, a cobra pré-histórica vivia mais como uma sucuri, e passava a maior parte do tempo na água, diz Jason Head, paleontólogo da Universidade de Toronto Missisauga e principal autor do estudo. (...)

Segundo os pesquisadores, a descoberta indica que a região era ainda mais quente no passado remoto, com média de até 34 graus Celsius, já que bichos de sangue frio não conseguem crescer tanto em climas mais frios."

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Preservação, Meio ambiente, População

Folha Online - (02/02/2009 - 16h09)

Ter mais de dois filhos prejudica o ambiente, diz assessor do governo britânico

BBC Brasil

"Um dos principais conselheiros do governo britânico para questões ambientais provocou polêmica no país ao defender que os britânicos tenham, no máximo, dois filhos para evitar danos ambientais.

Em entrevista publicada pelo jornal Sunday Times no domingo (1º), Jonathon Porritt, chefe da Comissão para o Desenvolvimento Sustentável do governo, afirmou que casais com mais de dois filhos estão sendo 'irresponsáveis', por criar uma carga que não poderá ser suportada pelo ambiente. (...)

'Nós temos todas essas grandes questões [ambientais] para as quais todo mundo está olhando, mas você não ouve ninguém falando a palavra que começa com 'p'', disse Porritt, se referindo a 'população'."

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Preservação, Meio ambiente, População

O Globo - Ciência (02/02/2009 - 15h23)

Ter mais de dois filhos prejudica o meio ambiente, diz assessor do governo britânico

BBC

"Um dos principais conselheiros do governo britânico para questões ambientais provocou polêmica no país ao defender que os britânicos tenham no máximo dois filhos para evitar danos ambientais.

Em entrevista publicada pelo jornal Sunday Times no domingo, Jonathon Porritt, chefe da Comissão para o desenvolvimento Sustentável do governo, afirmou que os casais que têm mais de dois filhos estão sendo "irresponsáveis" por criar uma carga que não poderá ser suportada pelo meio ambiente. (...)

'Nós temos todas essas grandes questões (ambientais) para as quais todo mundo está olhando, mas você não ouve ninguém falando a palavra que começa com 'p'', disse Porritt, se referindo a 'população'."

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Vulcão, Alasca, Sismicidade

Folha Online - Ambiente (29/01/2009 - 21h26)

Vulcão deve entrar em atividade no Alasca, dizem cientistas

"Um vulcão localizado no Monte Redoubt, no Alasca, entrará em erupção a qualquer momento, segundo informações dadas pelo Observatório de Vulcões no Alasca.

'O nível da atividade sísmica teve um aumento nos últimos dias', de acordo com o observatório. O vulcão tem 3.000 metros de altura, e fica a cerca de 160 quilômetros de Anchorage, a cidade mais populosa do Estado.

'Não temos uma bola de cristal', disse Peter Cervelli, pesquisador geofísico do observatório, à rede de notícias CNN. 'Mas esperamos que, com base no comportamento passado do vulcão, a atividade esteja prestes a acontecer.'"

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Sensoriamento remoto, INPE, Cooperação internacional

Folha Online - Ambiente (29/01/2009 - 10h36)

Satélite que monitorava a Amazônia para de funcionar

"O satélite sino-brasileiro CBERS-2 deu seu último suspiro no dia 15 de janeiro, segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). As imagens do satélite eram usadas, por exemplo, para monitorar o desmatamento na Amazônia. Seu serviço será continuado por sua espaçonave-irmã, o CBERS-2b, lançado em 2007.

O CBERS-2 (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres) foi projetado para durar dois anos. Mas ele superou a expectativa e chegou a ter vida útil de quase cinco.

No período, produziu mais de 175 mil imagens, que serviram para monitorar o ambiente, avaliar desmatamentos, áreas agrícolas e o desenvolvimento urbano. (...)

As imagens CBERS são fornecidas gratuitamente (www.obt.inpe.br/catalogo). Desde junho de 2004, quando as imagens ficaram disponíveis na internet, já foram distribuídas mais de 500 mil delas. Segundo o Inpe, estão programados os lançamentos de mais dois satélites, em 2011 e 2014. E se discute com a China a produção de outros dois."

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Centro de Estudos do Mar, Multa, Poluição

Folha Online - Cotidiano (28/01/2009 - 22h44)

Centro de universidade que pesquisa ambiente é multado por poluí-lo

JOSÉ EDUARDO RONDON

"Um centro de pesquisas marítimas da UFPR (Universidade Federal do Paraná) foi multado em R$ 120 mil por danos ambientais. Entre os principais financiadores de projetos do CEM (Centro de Estudos do Mar), estão o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e a Petrobras.

O IAP (Instituto Ambiental do Paraná) aponta que, entre outras irregularidades, a unidade do CEM em Pontal do Paraná, no litoral paranaense, lançou irregularmente esgoto em um canal e depositou substância nociva à saúde humana em uma área de preservação permanente. (...)

O instituto fez uma série de recomendações à direção do CEM visando sanar os riscos ambientais naquela região."

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Aquecimento global, Zonas mortas oceânicas, Poluição

O Globo - Ciência (28/01/2009 - 18h32)

Aquecimento global pode levar a 'sufocamento' dos oceanos

"Se nada for feito para enfrentar o problema do aquecimento global, em breve os oceanos começarão a sufocar. Um estudo publicado na última edição da revista 'Nature Geoscience'verificou um aumento considerado dramático na quantidade de zonas mortas nos oceanos, áreas com tão pouco oxigênio que não permitem a sobrevivência da vida marinha.

Essas zonas podem ser causadas pela contaminação da água por causa do uso excessivo de fertilizantes ou pela queima de combustíveis fósseis. Mas, enquanto zonas costeiras mortas podem ser recuperadas pelo controle no uso de fertilizantes, as áreas com pouco oxigênio, resultantes do aquecimento, podem continuar sem vida por até milhares de anos."

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